sexta-feira, 4 de Julho de 2014

CIP relança debate sobre Regeneração Urbana

A CIP – Confederação Empresarial de Portugal apresentou publicamente, no dia 2 de julho, no Porto, o novo projeto SIAC Regeneração Urbana – Um Novo Impulso, apoiado pelo COMPETE, que pretende continuar a aprofundar o debate iniciado em 2011 com a iniciativa “Fazer Acontecer a Regeneração Urbana – uma saída para a crise” com o qual a CIP trouxe a Regeneração Urbana para a agenda pública e promoveu o debate à volta deste tema, tão fundamental para o desenvolvimento económico de Portugal.

Esta apresentação contou com as intervenções do 1º Vice-Presidente da CIP, José António Barros, e do Vice-Presidente e coordenador deste projeto, Carlos Cardoso. O Presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo, José Maria Costa, fez uma apresentação sobre a implementação do projeto anterior em Viana do Castelo, que constituiu um caso de sucesso.

Foram ainda apresentadas as cinco cidades parceiras desta segunda fase – Beja, Braga, Leiria, Vila Real e Viseu, bem com todos os pormenores relativos à implementação do projeto.

quarta-feira, 25 de Junho de 2014

Visita do Presidente Alemão a Portugal

O Presidente da CIP, António Saraiva, esteve presente na abertura da conferência "60 anos de conetividade", organizada pela Câmara de Comércio e Indústria Luso-Alemã, no âmbito da visita oficial a Portugal do Presidente da República Federal da Alemanha, Joachim Gauck.

Veja aqui o programa da conferência.
Veja aqui a intervenção do Presidente da CIP.

sexta-feira, 6 de Junho de 2014

CIP inicia parceria com México


António Saraiva assinou hoje protocolo de cooperação entre a CIP - Confederação Empresarial de Portugal e o COMCE - Conselho Empresarial Mexicano de Comércio Externo, Investimento e Tecnologia, para dar início a uma parceria de colaboração que tem como objectivo aumentar as relações empresariais bilaterais.

Com este protocolo a CIP pretende facilitar o trabalho dos seus associados no âmbito da partilha de informação e organização de eventos e missões empresariais entre os dois países.

Este acordo foi assinado durante o Seminário Portugal-México que decorreu em Lisboa.
Consulte aqui o programa da sessão.

quarta-feira, 4 de Junho de 2014

Presidentes da CIP e da CEOE apresentam à cimeira governamental contributos para responder aos atuais desafios económicos

Reaproximar a Europa dos cidadãos e responder à atual conjuntura económica são os principais desafios que os empresários portugueses e espanhóis consideram que a União Europeia tem pela frente. Reunidos na Cimeira Empresarial Portugal-Espanha, organizada pela CIP – Confederação Empresarial de Portugal e pela CEOE – Confederación Española de Organizaciones Empresariales, que decorreu esta quarta-feira, dia 4 de Junho, em Vidago, os empresários dos dois países elaboraram um conjunto de contributos que entregaram aos chefes de Governo português e espanhol.
Os temas constantes das conclusões incluem matérias relativas a:
     - Governação Económica
     - Política Industrial
     - Relações com países Terceiros/Política Comercial
     - Mercado Único
     - Energia
     - Infraestruturas e logística
     - Cooperação bilateral e transfronteiriça
     - Saúde
A reunião foi aberta pelo Ministro português da Economia, António Pires de Lima, e contou, no final, com uma intervenção da Ministra do Fomento de Espanha, Ana Pastor.
Nas suas intervenções, os presidentes da CIP e da CEOE, António Saraiva e Juan Rosell, respetivamente, manifestaram o seu firme compromisso em manter e reforçar as relações entre as duas confederações empresariais. Procederam à análise da evolução da economia nos dois países e abordaram as reformas necessárias à promoção do crescimento económico.
O Ministro português da Economia destacou o papel das empresas na recuperação das economias ibéricas. Afirmou que a agenda dos políticos deve seguir a agenda dos empresários e que é importante que Portugal e Espanha tenham prioridades comuns para poderem influenciar a agenda europeia.
Ambos os Presidentes renovaram o seu compromisso em contribuir conjuntamente para a recuperação sustentada da economia e a construção de bases sólidas para um novo ciclo de desenvolvimento económico e social da Europa.
António Saraiva e Juan Rosell deram conta da evolução dos trabalhos das duas Confederações desde a anterior cimeira realizada em maio de 2013, em Madrid.
As conclusões da cimeira empresarial foram assinadas na presença da Ministra do Fomento de Espanha, presente no final deste encontro, no qual informou os empresários portugueses e espanhóis da situação dos grandes projetos de infraestruturas de transportes e do compromisso de ambos os Governos na aposta no desenvolvimento ibérico nesta área.
Consulte aqui as conclusões entregues à 27ª Cimeira Governamental Portugal-Espanha, bem como a declaração conjunta das duas Confederações sobre política energética.
     - Conclusões
     - Declaração Conjunta sobre política energética

Fotos - Cimeira Ibérica 2014







Cimeira Empresarial Portugal-Espanha 2014

Vidago, 4 de junho

Está a decorrer em Vidago a Cimeira Empresarial Portugal-Espanha, organizada pela CIP – Confederação Empresarial de Portugal e a CEOE – Confederación Española de Organizaciones Empresariales.O encontro reúne os presidentes das duas confederações, António Saraiva e Juan Rosell, bem como dirigentes associativos e empresários dos dois países. O Ministro da Economia português, António Pires de Lima, fez a abertura da reunião, que conta também com a intervenção da Ministra do Fomento espanhola, Ana Pastor.

Energia, infraestruturas e logística, cooperação transfronteiriça e saúde são os temas em discussão. Quanto à Europa, a Cimeira vai debater a governação económica, as políticas industrial e comercial e o mercado único.

Nas suas intervenções, os presidentes da CIP e da CEOE, António Saraiva e Juan Rosell, respetivamente, manifestaram o seu firme compromisso em manter e reforçar as relações entre as duas confederações empresariais. Procederam à análise da evolução da economia nos dois países e abordaram as reformas necessárias à promoção do crescimento económico.

O Ministro da Economia destacou o papel das empresas na recuperação das economias ibéricas. Afirmou que a agenda dos políticos deve seguir a agenda dos empresários e que é importante que Portugal e Espanha tenham prioridades comuns para poderem influenciar a agenda europeia.

Os presidentes da CIP e da CEOE entregam as conclusões do encontro na 27.ª Cimeira política luso-espanhola, a decorrer também em Vidago, com os chefes de Governo de Portugal e de Espanha.

segunda-feira, 14 de Abril de 2014

António Saraiva preside à CIP por mais três anos

Lisboa, 10 de Abril de 2014 - Tomaram posse hoje os novos Órgãos Sociais da CIP – Confederação Empresarial de Portugal - para o Triénio 2014-2016, cuja lista única encabeçada por António Saraiva foi eleita no passado dia 27 de março por 81% do universo eleitoral.

António Saraiva tomou posse como Presidente do Conselho Geral e da Direção da CIP para mais um mandato de três anos. Foi conferida posse também aos restantes membros dos Órgãos Sociais: João Gomes Esteves, em representação da APIFARMA, como Presidente da Mesa da Assembleia Geral e Bruno Bobone, em representação da Câmara de Comércio e Indústria Portuguesa como Presidente do Conselho Fiscal. Os Vice-Presidentes da Direção empossados são José António de Barros (AEP), Armindo Monteiro (ANITIE), José Eduardo Carvalho (AIP/CCI), Carlos Cardoso (ANEMEE), João Almeida Lopes (APIFARMA) e Rafael Campos Pereira (AIMMAP).

Colocar a CIP ao serviço do desenvolvimento económico e social do País, de modo a contribuir para a resolução das dificuldades e dos bloqueamentos que têm vindo a condicionar a evolução da economia portuguesa, é compromisso assumido pela direção da CIP para os próximos 3 anos.

A CIP irá intensificar os seus esforços no sentido de que seja proporcionado às empresas portuguesas um quadro institucional e jurídico regulamentar que lhe permita competir em pé de igualdade, tanto a nível doméstico, como nos mercados internacionais.

Garantir condições às empresas para o crescimento
António Saraiva considera que “a recentragem do modelo de crescimento da nossa economia e a sua reorientação para a produção de bens e serviços transacionáveis são cruciais para o reequilíbrio e o saneamento financeiro, bem como para a criação de emprego. O incremento das exportações nacionais, bem como a substituição competitiva das importações, são verdadeiros desígnios nacionais, que apenas poderão ser atingidos por via do aumento de competitividade dos bens e serviços transaccionáveis”.

É crucial, por isso, garantir às empresas portuguesas condições fiscais, de concorrência, de financiamento, de simplificação regulatória e de custos de energia que lhes permitam enfrentar com sucesso as crescentes pressões de mercados globais cada vez mais competitivos”, sublinha António Saraiva.

Por outro lado, é imprescindível também o relançamento do investimento direcionado para atividades de elevado valor acrescentado nacional, de modo a não alienar setores responsáveis por uma parcela significativa da atividade económica e do emprego.

Reconhecendo embora a importância dos grupos económicos e das grandes empresas de que depende grandemente a existência de centros de decisão autónomos na economia, em particular em sectores estratégicos – energia, banca, distribuição, telecomunicações – entende a CIP que é necessário atender às necessidades particulares das PME, dado o seu peso no tecido empresarial e produtivo e o seu contributo insubstituível para a criação de emprego.

Pós-Troika
O ano de 2014 marcará o final do programa de ajustamento financeiro a que o País tem estado sujeito desde 2011 e o início do novo período de programação da aplicação dos Fundos Europeus Estruturais e de Investimento. Sendo um momento crucial, as reflexões, as avaliações e os acordos que entretanto ocorrerão sobre o enquadramento da “saída” e as suas consequências para o futuro do Portugal pós-troika serão de uma enorme importância, impondo à CIP um exigente envolvimento nesse debate.

Tendo em vista este objetivo, a CIP pretende contribuir para a definição de uma estratégia de crescimento sustentável, assente na competitividade internacional da economia e que concilie o equilíbrio das finanças públicas com o estímulo ao investimento empresarial e à criação de emprego.

O programa da CIP para o próximo triénio refere ainda que a confederação empresarial deve reforçar a sua representatividade a nível nacional, deve ser uma estrutura associativa patronal forte, homogénea e abrangente, que possa defender mais eficazmente os interesses das empresas portuguesas.

Para tal, é necessário um novo impulso do processo de consolidação do associativismo empresarial, visando uma melhor organização dos diferentes, mas confluentes, interesses, seja a nível regional, sectorial ou nacional.